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Estação de Tratamento ETA - ETE - ETB

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ETA

Normalmente oriundo de rios e represas, embora suas águas sejam consideradas limpas, elas trazem consigo resíduos, lodo, uma infinidade de bactérias e até peixes. A água limpa que sai da torneira, sem odor, passa por um processo de purificação. São em media três horas dentro de uma ETA até que esteja pronta para ser consumida.

O processo na estação de tratamento de água acontece da seguinte forma :

  • Cloro:

Antes de qualquer coisa, assim que a água chega na estação, ela recebe uma quantidade de claro, fazendo com que todo material orgânico e os metais sejam retirados.

  • Pré-alcalinização:

A água recebe soda ou cal, que ajustam o pH de acordo com os valores exigidos nas próximas etapas.

  • Coagulação:

Adiciona-se sulfato de alumínio, cloreto férrico ou outro tipo de coagulante. Em seguida, agita-se a água violentamente, desestabilizando as partículas de sujeira e tornando-as mais fáceis de se juntarem.

  • Floculação:
    Nesse estágio do tratamento, formam-se flocos com as partículas por meio da mistura lenta da água.
  • Decantação:
    Toda a água passa por tanques gigantes para que os flocos de sujeira se separem.
  • Filtração:
    Tanques feitos de pedras, areia e carvão antracito servem de dutos para que a água atravesse.
  • Pós-alcalinização:
    Aqui acontece a correção final do pH da água, dessa maneira a corrosão ou a incrustação das tubulações são evitadas.
  • Desinfecção:
    Adiciona-se mais cloro na água, daí ela já pode sair da estação de tratamento. Isso garante que as pessoas que a consomem não tenham contato com bactérias ou vírus.
  • Fluoretação:
    A água também passa a conter flúor, que ajuda a prevenir cáries. Mas quando se trata de tratamentos de água, não se lida apenas com a que vem de rios e represas para a torneira das casas. O caminho inverso também é uma grande preocupação atualmente e o esgoto vindo de residências, prédios comerciais e indústrias recebe tanta ou mais atenção na hora de ser tratado.

Embora exijam bastante complexidade, as etapas nas estações de tratamento de esgotos, ou ETE, são mais simples do que as ETA's

Cada método usado no tratamento vai depender muito do nível de poluição, bem como dos aspectos físicos, químicos e biológicos da água.

Ele é usado tanto para tratar o esgoto que vem das indústrias, quanto o que surge das casas.

O processo é totalmente biológico e aeróbico (com a presença de oxigênio):

Uma massa biológica cresce, cria flocos e recircular ininterruptamente. Depois, ela é colocada em contato com a matéria orgânica.

O esgoto bruto e o lodo ativado se misturam e em espaços conhecidos como tanques de aeração são agitados e areados.

Depois disso, o lodo vai para um decantador secundário, no qual toda a parte sólida se separa do esgoto tratado.

Embora essa água de esgoto tratada não possa ser consumida novamente, ela ajuda na hora de economizar. Isso porque se torna útil para fins industriais, ajuda a refrigerar equipamentos e pode ser aplicada em outros procedimentos que não exijam água potável. Depois de ser tratada ela também é devolvida ao meio ambiente com um nível de poluição aceitável conforme legislação vigente.

ETB

Tratamento de efluente biológico, efluente sanitário, para empreendimentos localizados em área desprovida de rede pública coletora de esgoto.

Segmentos: indústrias, construtoras, concessionárias de veículos, hotéis, transportadoras, empresas de ônibus e outros.

Tratamento aeróbio

A compacta Estação de Tratamento de Efluente Biológico – ETB é composta pela junção de processos para tratamento físico, biológico e químico do efluente sanitário, cada qual agindo com sua função no tratamento para a remoção ou redução dos poluentes presentes no efluente.

O processo de aeração tem por finalidade proporcionar oxigênio aos microrganismos e evitar a deposição dos flocos bacterianos e os misturar homogeneamente ao efluente. Esta mistura é denominada “licor”. O oxigênio necessário ao crescimento biológico é introduzido no licor através de um sistema de aeração mecânica, por ar comprimido ou pela introdução de oxigênio puro.

Como principal responsável pelo tratamento do efluente sanitário, o lodo ativado decorrente da concentração de microrganismos é recirculado do tanque de decantação para o de aeração, garantindo a elevada concentração da colônia de bactérias para a eficiência na remoção e ou redução da DBO em suspensão ou solúvel e demais nutrientes.

Processo de tratamento

O processo ocorre com a passagem do efluente proveniente de cozinha e refeitório em caixa de gordura, posteriormente por caixa separadora de água e areia e caixa de gradeamento, seguindo para transferência para ETB.

A ETB possui módulo de tratamento tripartido, onde no primeiro compartimento ocorre a decantação primaria dos sólidos e massa presentes no efluente, seguindo por gravidade para segundo compartimento responsável pela injeção de ar comprimido, para alimentação da colônia de microrganismos e redução da matéria orgânica. Como etapa final no terceiro compartimento ocorre a decantação secundária de eventuais sólidos em suspensão e dosagem de produtos químicos. Como polimento final a filtragem por coluna de quartzo e carvão ativado e/ou opção com injeção de ozônio.